O despertar do ideal religioso

O primeiro indício do ideal religioso que despontou na vida de Marello emergiu nos primeiros dias do seu sacerdócio quando escreveu: ”No dia de São Maurício prometo, perante Deus, de afastar-me das coisas deste mundo”. Era o dia 23 de setembro de 1868, três dias após a sua ordenação sacerdotal, na festa do padroeiro de Turim, São Maurício. 

O seu primeiro aceno de vocação ao estado religioso o encontramos numa sua carta de 3 de fevereiro de 1869, na qual ele responde ao Pe. Delaude que lhe havia exposto a intenção de se tornar sacerdote do Oratório de São Felipe. Nesta, ele diz:”... confesso-lhe com toda a confiança que a sua amizade inspira, sinto que a minha vocação não está determinada e percebo que no meu coração vai se formando um círculo de afetos e na cabeça uma seqüência de idéias, a que poderiam dar consistência à viagem e à permanência em Roma” (Carta Nº52). 

Exatamente nesse ano o Papa Pio IX convidava os Trapistas para abrirem um mosteiro em Roma, na localidade Tre Fontane. Marello olhava para aquele mosteiro trapista e, quando viajou para Roma, foi visitá-lo enquanto rezava para entender a vontade de Deus.

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