Continue rezando e quando for o tempo o Senhor lhe iluminará...

No ano de 1870, Marello visitou a Trapa de Tre Fontane em Roma, e mais tarde visitou também o mosteiro de Montecasino. 

No ano de 1872 encontramos Marello ajoelhado no coro da igreja da cartuxa de Pavia. Esse seu amor à Trapa se transformará depois para ele em espírito de recolhimento e de oração. 

Passara a sentir uma atração para a vida contemplativa, tanto é verdade que no ano de 1874 se aconselhou com seu bispo, Dom Carlos Sávio, sobre sua intenção em se tornar contemplativo, mas o bispo o desaconselhou, pediu para rezar, dizendo-lhe que lhe parecia que Deus queria outra coisa dele. 

Em 1876, novamente se aconselhou com seu bispo e novamente foi dissuadido de sua idéia pelo bispo, o qual lhe disse: ”Continue rezando e quando for o tempo o Senhor lhe iluminará”. Por trás desta sua idéia pode-se pensar que tinha a vontade de que a vida religiosa florescesse na cidade de Asti e na diocese; de fato, em 1876 escreveu: ”Monasteria nulla remanet in tota Diocesi, tum virorum tum mulierum, si excipias parvum collegium Barnabitarum Ecclesiae Parochialis S. Martini – Não permanece nenhum mosteiro em toda a diocese, seja masculino seja feminino, exceto o pequeno grupo de Barbabitas na paróquia de San Martino”. 

O desejo de Marello de se tornar trapista não se concretizou, pois como afirmou Pe. Carandino, um dos primeiros membros da Congregação dos Oblatos de São José: “O dedo de Deus segurou Marello para não entrar nos trapistas visto que ele devia fundar uma Congregação”.

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