Pe. Garberoglio testemunha que Marello quando conversava tinha uma modéstia cativante, serena, jovial e com graça, sem que jamais as suas brincadeiras e as suas palavras fossem contrárias a circunspeção devida a ele e a nós. Nós sentíamos que ele tinha uma grande afeição por nós, mas era muito reservado em manifestá-la, limitava-se, contudo, a colocar algumas vezes a sua mão sobre a cabeça das crianças.
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