Marello vivia um verdadeiro espírito de pobreza conforme testemunha a Irmã Tereza Sisto: ”Sempre lavei, passei e arrumei as roupas de Dom Marello e notei que ele tinha roupas pobres, embora em ordem e limpas”.
Sua simplicidade era tal que a cozinheira dizia que não tinha nenhuma dificuldade em servi-lo, pois estava sempre contente com qualquer coisa que preparasse.
Sempre atento aos necessitados ele colocava todos os dias à disposição uma determinada quantia que gastaria com os pobres e a distribuía. A sua caridade para com o próximo, ele a manifestava também de uma outra maneira: procurava cobrir com o manto da caridade os defeitos do próximo.
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