Pe. Giovanni Rabino afirma a respeito de Marello que “Jamais tinha visto um homem possuidor de tanta mansidão e docilidade, sem nenhum momento de impaciência, o que se percebe nele o esforço em frear a sua índole natural de tal forma que a docilidade lhe parecia uma sua segunda natureza”.
Outro sacerdote que o conheceu, Pe. Luigi Guastavigna afirma: “Dom Marello, para dizer em poucas palavras, era a santidade e a simplicidade em pessoa”.
Também Pe. Ernesto Voglino diz: ”Era a piedade personalizada”.
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