José Marello, guiado por uma luz celeste

Bice Graglia, que também teve Marello como seu confessor e diretor espiritual, afirma que durante os anos em que o teve com diretor pode conhecer todas as belezas de sua alma, todos os tesouros, que ele escondia aos olhos do mundo sob o véu da humildade, a qual era a sua virtude característica. 

Parecia ser guiado por uma luz celeste para conhecer o estado das consciências e sua modéstia estava no mais alto grau. 

Bice Graglia tinha 17 anos quando teve Marello como seu confessor, no ano de 1883. Era de família rica e boa, mas seu pai, advogado, pouco praticava a religião. Essa jovem era atormentada pelo seu amor próprio e pela cólera, seguiu cheia de boa vontade o que lhe traçava o seu diretor que lhe apontava no Cristo o ideal de toda perfeição. Guiou-a entre os obstáculos e as dúvidas, confortando-a nos momentos de fraqueza.

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