Um dos exercícios do ministério sacerdotal de Marello como secretário de seu bispo, Dom Carlos Sávio, foi o atendimento às confissões e da direção espiritual. Giuseppe Gamba, futuro cardeal, o teve como seu confessor desde quando entrou no seminário. Ele testemunha que Marello confessava no seminário de Asti e na Catedral e que muitas pessoas queriam confessar-se com ele, inclusive muitos sacerdotes.
No seminário Marello era aquele que tinha maior número de seminaristas para atender na confissão e na direção espiritual.
O mesmo testemunho deu também Pe. Secondo Gay que o conheceu desde 1871 e que também o teve como seu confessor. Para ele Marello era um mestre de santidade e de perfeição sendo que iam se confessar com ele os penitentes mais escrupulosos, às vezes aflitos, e sempre encontravam consolação. Pe. Gay foi por mais de 40 anos pároco da paróquia de São Silvestre em Asti e ali escreveu um livro intitulado “Vida de Jesus Cristo contendo todo o Evangelho, o Martiriológio e o Catecismo”. Dedicou esse livro ao seu antigo confessor com essas palavras:
”Ao venerável Servo de Deus, Dom Giuseppe Marello, bispo de Acqui, então secretário do piíssimo Dom Carlos Sávio, bispo de Asti – fundador da Congregação dos Josefinos de Asti, diretor espiritual do compilador da presente vida, mestre de religião dos clérigos de Asti, para perene lembranças das sábias e ascéticas lições. Oferece o mínimo sacerdote Secondo Gay” Embaixo dessa dedicatória escrevia esta lembrança:”Regra de conduta para viver bem o ano, sugerida aos penitentes por Dom Giuseppe Marello: Age quod agis, ou seja, ‘faça bem o que estás fazendo’”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário