As muitas cartas, a dureza da síntese e da unidade
José Marello, este grande observador que perscruta e busca encontrar em profundidade e além disso a realidade que o circunda e que, com uma pitadinha de retórica, poderíamos também definir o grande livro de sua vida, só pode ser também um grande leitor de livros impressos.
Toma apontamentos, faz resumos, talvez sonha e projeta escrever ele mesmo um livro e todo um dinamismo de exuberantes energias, sobretudo interiores que surpreende neste evidente esforço de dilatar os próprios interesses, mas também de fazer síntese de buscar e construir unidade, principalmente interior. Escreve Pe. Severino Dalmaso: “a mudança que se operou no Marello nestes três anos foi, portanto, a passagem daquele tipo de “Apostolado Humanitário” pregado pelos livres pensadores, “ao Apostolado Católico”, e portanto verdadeiramente humanitário. Neste árduo trabalho o ajudaram as leituras dos grandes pensadores cristãos, seus contemporâneos, enquanto tinha chegado a rejeitar e condenar outros. Escritores como: Pascal, Chateaubriand Manzoni, Balbo, tornava-se para ele guias certas nesta busca da verdade, conduzida, note-se de passagem como perfeito autodidata.
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