Todos sabemos que a virtude da caridade foi aquela que mais Nosso Senhor Jesus Cristo recomendou. Já no Antigo Testamento era prescrito para amar o próximo com a nós mesmos, mas com a chegada do Filho de Deus sobre a terra, levou este preceito à última perfeição dizendo que devemos amar o próximo como Ele nos amou. Conhecendo esta expressa vontade de Deus todos os Santos se distinguiram na caridade, porque, iluminados por Deus sabiam que não Lhe teriam dado maior alegria senão amando aqueles que Ele ama como a pupila dos seus olhos.
Deus que queria glorificar o nosso Venerado Fundador dispôs na sua Providencia que fosse admirável na caridade ao ponto de poder dizer que era um Anjo de caridade.
De fato, os Mestres de Espírito falando da caridade ensinam que é preciso amar os nossos irmãos, “mente, ore, corde et opere” (com o pensamento, com as palavras, com o coração e com as obras).
Antes de qualquer coisa preciso amá-lo com a mente, pois a pessoa humana é feita de forma tal que não pode amar verdadeiramente aquele que não estima; por isso Jesus Cristo, profundo conhecedor do coração humano foi até à raiz do mal quando proibiu todo o julgamento temerário do nosso próximo: “Nolite iudicare” (não julgueis), porque se cuidarmos em não julgar os nossos irmãos estaremos bem longe de criticá-los.
Ora, nisto foi verdadeiramente Mestre do Dom Marello, ele se preocupou de falar sempre bem de todos, e quando na conversação percebia alguém criticando, ele de um jeito sutil e bonito sabia sempre defender a pessoa preocupando-se de dar as razões que podiam levar aquela pessoa de agir daquela maneira; quando depois o fato em si não tinha desculpas, desculpava sempre a intenção: dizia sempre que o que fazia não terá grande repercussão, ou em outros casos recolhia-se em silêncio.
Deus que queria glorificar o nosso Venerado Fundador dispôs na sua Providencia que fosse admirável na caridade ao ponto de poder dizer que era um Anjo de caridade.
De fato, os Mestres de Espírito falando da caridade ensinam que é preciso amar os nossos irmãos, “mente, ore, corde et opere” (com o pensamento, com as palavras, com o coração e com as obras).
Antes de qualquer coisa preciso amá-lo com a mente, pois a pessoa humana é feita de forma tal que não pode amar verdadeiramente aquele que não estima; por isso Jesus Cristo, profundo conhecedor do coração humano foi até à raiz do mal quando proibiu todo o julgamento temerário do nosso próximo: “Nolite iudicare” (não julgueis), porque se cuidarmos em não julgar os nossos irmãos estaremos bem longe de criticá-los.
Ora, nisto foi verdadeiramente Mestre do Dom Marello, ele se preocupou de falar sempre bem de todos, e quando na conversação percebia alguém criticando, ele de um jeito sutil e bonito sabia sempre defender a pessoa preocupando-se de dar as razões que podiam levar aquela pessoa de agir daquela maneira; quando depois o fato em si não tinha desculpas, desculpava sempre a intenção: dizia sempre que o que fazia não terá grande repercussão, ou em outros casos recolhia-se em silêncio.
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