Dom Marello, a piedade personificada.

Ele “Era a piedade personificada”

 (Pe. Ernesto Vogliono)

Pe. Rosotti testemunha que Marello lhe chamava a atenção pela sua piedade quando se encontrava na capela da Vila de Strevi, na qual ele o viu a rezar muitas vezes sozinho, “... ajoelhado diante do sacrário e tão absorto na oração que parecia que se estivesse vendo o próprio Jesus”. Muitas vezes parecia que seu rosto se transfigurasse e quando celebrava a missa, não apenas manifestava intimamente que estava persuadido dos mistérios que lembrava, mas agia como se fosse uma só coisa com Jesus. Ele ia todas as noites rezar o rosário na capela de Strevi e no domingo em que a igreja era aberta ao público, rezava o rosário de joelhos no mesmo lugar diante do Sacrário. Em seguida participava da bênção eucarística, dada por um outro sacerdote e depois distribuía santinhos para as crianças.

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