Marello demonstrava sempre humildade e gostava do escondimento, tanto que ele jamais tinha percorrido do começo ao fim da avenida Alfieri, e a única vez em que fez foi quando foram transportados os seus restos mortais de Acqui para Asti em 1923.
Quando ia à estação ferroviária, tomava uma estrada secundária e chegado à praça “Statuto”, preferia tomar um desvio que, naquele tempo, havia ao lado da igreja de São Paulo. Era extraordinário nas coisas habituais, dissera Pe. Garberoglio.
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