O cardeal Mistrângelo, escreveu em 1923 o acontecimento da denominação ‘pérola de bispo’ dada por Leão XIII explicava que tal era Marello; “ele tinha da pérola a candura, a suave luz, os reflexos iridescentes e encantadores. A sua alma, bela e virtuosa, era espelhada nos seus olhos serenos, no seu sorriso angélico e na compostura simples. Digno e amável. Bastava se aproximar dele, conversar com ele e ouvi-lo para se ficar fascinado; estava-se diante de um novo Francisco de Sales”.
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