Por possuir uma inteligência brilhante, Marello era exemplar e muito capacitado nos estudos. Lia e estudava os autores latinos, como Cícero e Horácio e fazia traduções excelentes da língua latina.
Suas notas do final do ano escolar de 1860 foram ótimas e do latim ao italiano variaram entre oito e dez. Aos 16 anos poderia se dizer que Marello era um bom latinista e um cultivador do falar bonito, atento a tudo o que acontecia na Itália naqueles anos.
Em diversas páginas de seus cadernos ele escrevia pensamentos citando Alfieri, Filicaia e outros pensadores. Era ciente de sua inteligência, tanto é verdade que em uma das páginas de um de seus cadernos escreveu uma frase exaltando suas capacidades mas depois, certamente, pela sua humildade se encarregou de rabiscá-la.
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