José Marello, Confessor e Diretor Espiritual
Comentários do Pe. Mário Pasetti, Postulador Geral OSJ
José Marello desde jovem sacerdote quis dedicar-se, enquanto lhe consentisse o seu ofício de Secretário de Dom Savio e de Chanceler Episcopal depois, ao cansativo, mas muito profícuo ministério das confissões e da direção espiritual, exercendo-o com zelo, sabedoria, discrição, suavidade e firmeza. Vejamos, a este respeito, alguns dos depoimentos juramentados feitos nos processos canônicos. Depõe o Cardeal Gamba: “Desde jovem sacerdote foi o confessor ordinário no seminário de Asti, e eu mesmo o escolhi como meu confessor. Confessava também na Catedral, quando era requisitado, e feito cônego, ai atendia mais freqüentemente. A ele iam muitas pessoas entre as quais, como eu mesmo notei, não poucos sacerdotes. Confessor no Seminário, era aquele que tinha o maior número de clérigos sob a sua direção espiritual. O seu bispo tinha dele a máxima estima, e nele a máxima confiança. Basta dizer que, nos últimos anos da sua vida, o bispo quis o Servo de Deus como seu confessor. Da minha parte sempre admirei nele um sacerdote de grande prudência e de sábios conselhos”.
Pe. Luiz Garberoglio, por sua vez, atesta: “De 1880 a 1882 foi feito Diretor Espiritual do seminário, e depois continuou a confessar os clérigos do seminário até quando foi nomeado bispo, e era aquele entre os confessores que tinha mais penitentes. Desde a morte do seu bispo, foi por sete anos Confessor e Diretor Espiritual da Obra Pia Milliavacca com grande proveito e satisfação das internas. Em Asti era por todos admirada a sua prudência, de modo que, o clero em particular, recorria aos seus sábios conselhos, às suas sugestões, confiando com grande segurança no seu equilíbrio, no seu sábio critério. Levava em conta as variadas qualidades da pessoa com quem devia tratar; qualidades que ele notava muito cedo, tanto era fino o seu intuito em conhecer as íntimas disposições dos homens. Esta é a coisa que todos repetiam. Nele era delicado e fino o sentido da medida. No receber as Confissões Sacramentais não era nem muito longo nem muito apressado. Além dos seminaristas e das internas da Obra Milliavacca, dava o pouco tempo que lhe restava livre a certas almas que tinham pedido a direção; e todas admiravam a sua caridade profunda e a sua iluminada prudência”.
Pe. Luiz Garberoglio, por sua vez, atesta: “De 1880 a 1882 foi feito Diretor Espiritual do seminário, e depois continuou a confessar os clérigos do seminário até quando foi nomeado bispo, e era aquele entre os confessores que tinha mais penitentes. Desde a morte do seu bispo, foi por sete anos Confessor e Diretor Espiritual da Obra Pia Milliavacca com grande proveito e satisfação das internas. Em Asti era por todos admirada a sua prudência, de modo que, o clero em particular, recorria aos seus sábios conselhos, às suas sugestões, confiando com grande segurança no seu equilíbrio, no seu sábio critério. Levava em conta as variadas qualidades da pessoa com quem devia tratar; qualidades que ele notava muito cedo, tanto era fino o seu intuito em conhecer as íntimas disposições dos homens. Esta é a coisa que todos repetiam. Nele era delicado e fino o sentido da medida. No receber as Confissões Sacramentais não era nem muito longo nem muito apressado. Além dos seminaristas e das internas da Obra Milliavacca, dava o pouco tempo que lhe restava livre a certas almas que tinham pedido a direção; e todas admiravam a sua caridade profunda e a sua iluminada prudência”.
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